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“travel time tube map”

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Ao selecionarmos no topo do site uma estação do Metro de Londres de partida, visualizamos um mapa que se reorganiza em função dos tempos de viagem a partir dessa estação. Os círculos concêntricos que estão desenhados sob o mapa produzido servem também de orientação sendo igualmente proporcionais ao tempo de viagem. Cada círculo corresponde a intervalos de 10 minutos de viagem. Mais em http://www.tom-carden.co.uk/p5/tube_map_travel_times/applet/.

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mapa não-geográfico

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Este mapa experimental foi produzido pelo Arquivo de Redes Internacionais da Universidade de Princeton, uma organização dedicada para encontrar uma nova forma de mapear o mundo.  O INA acredita que a geografia está cada vez mais a tornar-se irrelevante e que deve existir um novo sistema de mapeamento, baseadas em transacções globais em vez de geografia. 

Este mapa, produzido por Jonathan Harris com a ajuda de Elizabeth Kaijuka, mostra a relação de distância entre diferentes pontos do mundo, não pela sua situação geográfica, mas pela distância em tempo, de acordo com a possibilidade dos meios de transporte disponíveis. Ou seja, o que em primeira instância nos aparece como um mapa geográfico, ao clicarmos numa cidade, aparece-nos um mapa não-geográfico. Mais em http://www.number27.org/projects/maps/traveltime/index.html.

terminal em San Francisco

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O tráfego dos transportes (comboio, autocarro e outros) é monitorizado neste sistema projectado nas paredes do terminal, onde são indicadas as suas posições e horários de partida. Um passageiro que se aproxime da estação, pode descobrir a partir da rua quanto tempo tem até à partida do seu transporte, sem ter que perder tempo a construir o seu mapa mental. Mais em http://content.stamen.com/som_transbay_tower.

conceito geoweb

Ao contrário do telefone ou das cartas, a Internet cria-nos o interesse por conhecer mais e melhor e, apesar de muitas vezes substituir a mobilidade, estimula-nos a viajar cada vez mais. Exemplo disso, são os sistemas actualmente existentes como o Nokia Maps, Plazes, Microsoft Virtual Earth, Live Search Maps, Google Maps, NASA World Wind que revelam o conceito GeoWeb baseado em quarto funções*:

orientar – para chegar a qualquer lugar e em qualquer momento

descobrir – localizar lugares

registar – gravar experiências em lugares

partilhar – aproximar as pessoas através da partilha de experiências em vídeos, imagens ou comentários.

 

No mundo GeoWeb, os dados são organizados num espaço e tempo em modelos a partir de captações do mundo real, onde o objectivo é articular informações geográficas com informações abstractas segundo uma organização personalizável. Os utilizadores integram e partilham informações geoespaciais através da Internet, o que convida à interacção entre as pessoas e, simultaneamente, à experiência de novos lugares.

 

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Para a construção deste mundo Geoweb, são necessários intervenientes*:

 

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Identificação da localização – por GPS (só no exterior), A-GPS, Wifi ou telemóvel.

Mapeamento: fornece o contexto, permite definir rotas e navegar.

Objectos sociais: através destes acontecem as conexões sociais, a socialização.

Lugares: tendem a ser unificados, podem ser abertos ou fechados.

Actividades sociais: situam-se na intersecção do tempo e espaço.

 

*Baseado na Conferência “Context is king – Ingredients for the Geoweb”, por Félix Petersen, no Shift 08, em Lisboa.