Archive for the 'information design' Category

Information Web Service for Mobility

Information Web Services for Mobility from Emanuel Barros on Vimeo.

The project is an information Web service that is co-participated able to integrate modes of transport and points of interest to revitalize the ‘intermediate’ cities through different platforms. The challenge is to promote the intermodality and reduce traffic congestion to improve the quality of life and the environment.

The service is collaborative, allowing the participation of society and entities. It’s democratic since it considers small transport networks. It’s based on integrated and georeferenced information to optimize decisions. Thus, Public Transportation, Municipalities and entities of Catering, Hotels, Culture and Sport will have an opportunity to revitalize local ecosystems.

This video was developed for the MIT Portugal ISCTE Venture Competition by Hugo Silva and myself (Joana Santos). The team members include also Emanuel Barros and Tiago Serra and our goal is to develop this interactive information system through our skills, experiences and researches. WE ARE LOOKING FOR INVESTORS 🙂

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My presentation in IIID

(PT) Sinopse

A mobilidade na cidade contemporânea, cada vez mais densa, complexa e diversificada, não contribui para a sustentabilidade se os “hábitos de vida” actuais persistirem. Torna-se necessária uma nova leitura na compreensão do uso da cidade, para conciliar o desenvolvimento económico e a acessibilidade com a melhoria da qualidade de vida e com a defesa do ambiente.

(EN) Synopsis

Mobility in the ‘contemporary city ’, more and more dense, complex and diverse, does not contribute to a sustainable model in the face of the current trends of individual mobility.

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IIID Traffic & Transport 2009:)

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http://www.iiid-expertforum.net/

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(PT) Eu estive 🙂

(EN) I were there🙂

desmaterialização na ‘era da informação’

“We live in an age of alsos, adapting to alternatives. Because we have greater access to information, many of us have become more involved in researching, and making our own decisions, rather than relying on experts. The opportunity is that there is so much information the catastrophe is that 99% of it isn’t meaningful or understandable. We need to rethink how we present information because the information appetites of people are much more refined. Success in our connected world requires that we isolate the specific information we need and get it to those we work with.” (R. Wurman, in “Information Anxiety 2”)

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a metrópole da ‘idade da informação’

A Metrópole da Idade da Informação deixou de viver no capital da tecnologia; é antes a terra dos humanos que se interligam habilmente com o negócio (Branzi 1992).

 

Só há uma época na história do planeta em que cada indivíduo e cada coisa se conectam, e nós vivemos nela. Esta enorme inter conexão permite-nos trocar ideias, informação, intermediações, e dinheiro em todo o sítio, em qualquer altura e com qualquer pessoa, é a nossa terra prometida.(Kevin Kelly, in “Weak and Diffuse Modernity”)

visualcomplexity.com

visualcomplexity1

Visualcomplexity.com apresenta uma vasta colecção de diferentes métodos de visualização de dados de informação, em áreas disciplinares abrangentes (Biologia, Arte, Redes Sociais, Política, Transportes, etc.). Descobri este site no início deste ano e, surpreendentemente, no dia 17 de Outubro, tive a oportunidade de assistir à conferência do autor, no Shift 08, em Lisboa – “VisualComplexity: A visual exploration on mapping complex networks”. Aqui fica um esquema sobre a compreensão da informação que Manuel Lima apresentou na conferência. Mais em http://www.slideshare.net/manulima/visualcomplexity-offf-2008.

visualcomplexity22

design de informação

«Os pressupostos e objectivos do desenho de informação começam desde loo pela ergonomia cognitiva (conhecer os limites orgânicos para comunicar melhor) ligando o indivíduo ao meio, mas encontram na literacia visual as condições para uma democracia mais participada através de uma informação mais eficiente (a forma é conteúdo cultural); mas, para além da ordem colectiva, cada ser é convocado a representar o seu próprio mapa de interacção com o mundo.» (Costa, pp. 71)