«the overwhelming majority of modernization programs around the world aspire to improve existing mobility systems through the better integration of the transport systems already in place. Increasingly, European planners now treat car, rail, air, and ship as complementary – not competing – modes of the transport (…) Bizarrely, nonmotorized forms of mobility such as walking, biking, or boating are excluded from the most influential databases…» (Tackara, pp. 57 e 72)
Na cidade do Porto há um vasto leque de modos de transporte, veículos e infra-estruturas: grandes redes com infra-estruturas e percursos fixos (comboio, metro e eléctrico); redes com percursos fixos mas eventualmente alteráveis (autocarro); sistemas individuais com percursos predominantemente pendulares, da periferia para o centro (automóvel), ou aleatórios dentro da aglomeração (automóvel particular, táxi, moto). Assim, um único sistema de informação construído de forma a ajudar as pessoas a encontrar informações sobre as diferentes possibilidades para deslocação em transportes públicos, permite promover a mobilidade sustentável.

Adaptado (Design para a cidade – Trânsito e Transportes, pp. 10)